Após o julgamento de João da Costa (PT), na semana passada, Mendonça deflagrou uma campanha paralela pelo “voto limpo”, uma vez que o petista concorre sub judice. “Precisamos esclarecer o povo de que a disputa é desigual”, alega Mendonça. A estratégia é massificar o episódio da cassação do registro da candidatura do petista em primeira instância e provocar uma reflexão no eleitor. O DEM propaga que o fato é uma “mancha” na história política da cidade. “A semana vai ser apertada por conta do debate da Globo. Então minha estratégia é rua, rua e rua o máximo que eu puder”, contou, referindo-se ao fato de que a TV Globo realizará um debate quinta-feira, justamente no último dia em que é permitida campanha de rua. Por conta da preparação para o debate, que ocorrerá à noite, Mendonça informou que não terá agenda externa. Hoje, o candidato do DEM realiza a sexta e última bicicleata na Avenida Boa Viagem, na Zona Sul, atividade mais marcante da sua campanha. São esperados: o senador Marco Maciel, o deputado Roberto Magalhães, o ex-prefeito Joaquim Francisco e o ex-ministro Gustavo Krause. Pela primeira vez, o ato terá um tema: “a defesa de eleições limpas”. (Jornal do Commercio-PE)
domingo, 28 de setembro de 2008
Joyce Pascowitch nas páginas amarelas
Nas páginas amarelas da VEJA dessa semana a jornalista Joyce Pascowitch conta como encarou a notícia de que tinha um nódulo no seio. Ela descobriu num exame de rotina e recebeu de seu médico a orientação de que precisava fazer uma punção. Isso evoluiu para uma cirurgia de retirada do nódulo. Fiquei impactada com a entrevista...
Eu conheci a Joyce em Salvador onde ela tem uma residência de verão. Ela é uma pessoa inteligente, dinâmica, e muito alegre. Nos últimos anos sua presença entre nós tem sido cada vez mais freqüente, pois ela passou amar a Bahia, suas festas, suas crenças e sua gente. O que me chamou atenção na entrevista, foi a forma como ela lidou com a doença e a rede de proteção que criou para se resguardar. Contou ao marido, filhos, irmãs, empregados muito próximos, e, no escritório, para duas assistentes. Poupou sua mãe e os amigos. Ela conta que não tinha medo da reação das pessoas, apenas sentia que não tinha energia para explicar o que estava acontecendo, e que só tinha forças para lidar com o próprio sofrimento. Agora ela está na fase de tratamento, fazendo a radioterapia e diz que não é a mesma pessoa de antes. De longe, torço pela sua recuperação, esperando que no verão a gente volte a se encontrar e que ela marque presença e volte a ser como antes - com sua voz rouca e sua risada tão alegre!
Eu conheci a Joyce em Salvador onde ela tem uma residência de verão. Ela é uma pessoa inteligente, dinâmica, e muito alegre. Nos últimos anos sua presença entre nós tem sido cada vez mais freqüente, pois ela passou amar a Bahia, suas festas, suas crenças e sua gente. O que me chamou atenção na entrevista, foi a forma como ela lidou com a doença e a rede de proteção que criou para se resguardar. Contou ao marido, filhos, irmãs, empregados muito próximos, e, no escritório, para duas assistentes. Poupou sua mãe e os amigos. Ela conta que não tinha medo da reação das pessoas, apenas sentia que não tinha energia para explicar o que estava acontecendo, e que só tinha forças para lidar com o próprio sofrimento. Agora ela está na fase de tratamento, fazendo a radioterapia e diz que não é a mesma pessoa de antes. De longe, torço pela sua recuperação, esperando que no verão a gente volte a se encontrar e que ela marque presença e volte a ser como antes - com sua voz rouca e sua risada tão alegre!
O Brasil é o vice-campeão mundial em impostos
A projeção para o ano foi feita pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), o qual informou, nesta semana, que, no primeiro semestre, a carga tributária bateu em 37,27%. - O brasileiro deve pagar neste ano 1 trilhão de reais em impostos - afirmou o senador. Marco Maciel lembrou que, na média, os cidadãos do país trabalham quatro meses para pagar impostos e outros quatro meses para bancar, com o próprio salário, serviços que deveriam ser oferecidos pelo Estado, como educação, saúde e segurança. - Nossa carga tributária é excessiva. Na vizinha Argentina, ela é de 25,7 por cento. Por isso, é necessário retomarmos com urgência o debate sobre a reforma tributária. Temos de extinguir ou minorar os impostos em cascata. Temos de estabelecer regras únicas sobre o ICMS, para evitarmos ou superarmos as guerras fiscais tão prejudiciais ao federalismo - disse o senador. (assessoria do Senador Marco Maciel)Coca-Cola é a marca mais valiosa do mundo pelo 8º ano
Pelo 8º ano consecutivo, a Coca-Cola mostra-se imbatível. Avaliada em US$ 66,67 bilhões, é a marca mais valiosa do mundo, segundo o Ranking Interbrand das Marcas Globais Mais Valiosas 2008. Em segundo lugar, aparece a IBM (US$ 59,031 bilhões), seguida da Microsoft (US$ 59,007 bilhões). As duas empresas, que ocupam as primeiras posições da lista desde 2006, inverteram os lugares. Em 2007, Microsoft estava em segundo, e IBM, em terceiro. O estudo da Interbrand, consultoria internacional de marketing, classificou as 100 marcas mais valiosas do globo. O levantamento captou o impacto da crise financeira que abala todos os mercados no planeta. As marcas de serviços financeiros perderam valor. Merrill Lynch, Morgan Stanley e AIG perderam respectivamente 21%, 16% e 6% em relação ao ranking do ano passado. Quatro empresas da área de tecnologia, internet e entretenimento e uma varejista multinacional lograram as maiores valorizações. A marca do Google teve uma valorização de 43%. A Apple, de 24%, a Amazon.com, 19%, a Zara, 15%, e a Nintendo, 13%. “Em tempos de crise como a que o setor financeiro mundial atravessa agora, marcas fortes são fundamentais no processo de recuperação de confiança para os negócios”, afirma Alejandro Pinedo, diretor-geral da Interbrand no Brasil. (Época Negócios)Paulo Nassar: além das habilidades técnicas, os saberes relacionais, intelectuais e políticos
Em política retórica e truculência não são novidades. Ao longo da história e em todos os lugares, são muitos os mestres consagrados. O século XX está repleto de personagens que usam palavras e gestos para legitimar administrações e intenções. Retórica e ação política, como siamesas, andam sempre juntas. E essas dimensões da política são novidade para os comunicadores empresariais brasileiros, as quais entraram para valer em suas agendas diárias. No contexto politizado em que vivemos, tudo eleva à enésima potência os aspectos éticos e estéticos da comunicação empresarial, a partir de filtros econômicos, étnicos, ideológicos e concorrenciais. Por isso, o comunicador de empresas deve, obrigatoriamente, ter em sua caixa de habilidades, além das técnicas, os saberes relacionais, intelectuais e políticos. Empresas como Gerdau; Natura; Petrobras; Vale; Votorantim podem, potencialmente e sem aviso prévio, ter de enfrentar, além do espaço no mercado, a retórica e a ação raivosa de personagens que as usam politicamente, para objetivos não identificados, em um primeiro momento, pelo senso comum. Um exemplo recente é um fato que ocorre às vésperas de uma eleição no Equador e envolve a Odebrecht, executora da Usina Hidroelétrica de São Francisco, responsável pela geração de doze por cento da energia elétrica do país. O presidente do Equador, Rafael Correa, utiliza em seu arsenal retórico, para justificar sua ação contra a empresa brasileira, expressões como “emergência nacional”, “mobilização nacional, econômica e militar das Forças Armadas”, “confisco de todos os bens, móveis e imóveis” e a “suspensão dos direitos constitucionais de representantes da empresa”. Uma retórica do persona non grata, que mascara os verdadeiros objetivos. No caso do Equador, a criação de um fato político, gerador de votos para o ideário de Correa, que colhe força no senso comum que acredita em atletas das palavras, geralmente desmistificados nos capítulos finais da novela. Em breve, veremos como ele amaciará a investida na Usina de São Francisco, antes de provocar mais estrago na imagem internacional de seu país e da América de nuestros hermanos. Para o comunicador empresarial fica a tarefa, ao final da história, remover os estilhaços das bombas de palavras da imagem e reputação das empresas em que trabalham. Acesse o site www.aberje.com.br e leia o artigo completo.Casamento de Thessa Tozzi e Daniel Amorim
Morre Paul Newman
Considerado uma lenda do cinema, Paul Newman, morreu aos 83 anos devido a um câncer de pulmão, informou o "Newman's Own Foundation". Ao longo de sua carreira, o ator foi indicado ao Oscar por 10 vezes, e chegou a vencer como melhor ator por "A Cor do Dinheiro" (1986), em 1987. Entre os mais de 50 filmes estrelados por ele estão, ainda "Exodus" (1960), "Os Criminosos não Merecem Prêmio" (1963) e "Harper - O Caçador de Aventuras" (1966), "Butch Cassidy" (1969) e "Golpe de Mestre" (1973). Em relação à vida pessoal, teve seis filhos e foi casado duas vezes. No primeiro, com Jackie Witt, o ator teve um filho e duas filhas. Já o segundo, com a atriz Joanne Woodward, se manteve até sua morte e, juntos, tiveram três filhas. O ator perdeu o único filho homem por overdose em 1978 e, em decorrência disso, chegou a criar o centro para prevenção do uso de drogas Scott Newman Center. (Folha Online)
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