domingo, 15 de junho de 2008

Festival de Cannes

Em Cannes, o termo da moda esse ano pode ser ‘consumer activism’ - um indivíduo que diante do posicionamento das marcas protesta, participa e se engaja, usando as oportunidades de manifestação que a internet oferece. (Blue Bus)

Olimpíada de Língua Portuguesa

A Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro, do MEC e da Fundação Itaú Social, que visa estimular a leitura, recebeu 202.280 inscrições de professores de todo o País.

PAZ na Cidade do Rock

Depois de Lisboa, Madri. Embora o Rock in Rio espanhol só comece no fim de junho, as turbinas já começam a esquentar. No último fim de semana, mais de duas mil pessoas se reuniram na Cidade do Rock em uma ação conjunta para formar a palavra PAZ. (Sonia Racy)

Problemas de sono ou casamento infeliz

Embora não esteja claro o que vêm primeiro – se os problemas de sono ou um casamento infeliz – os autores de um estudo apresentado, neste mês, no congresso SLEEP 2008, sugerem que “se você tem uma sensação de apoio, alguém que lhe desanuvie no fim do dia, você estará menos estressada e mais capaz de cair no sono”. E uma união infeliz pode ser um importante causa de estresse, que atrapalha o sono. (UOL)

Festival de Cannes: Agências testam novo modelo de propaganda

No ano passado, a vencedora de Cannes foi a Campanha pela Real Beleza, na qual, pela internet, Dove convidava consumidores a se manifestarem contra o uso de imagens manipuladas e da beleza perfeita explorada por empresas de cosméticos. O resultado foram milhares de respostas de consumidores e também de internautas, inclusive o site da Campanha contra a Vida Real. Nele, um rapaz bonito é enfeado, e a manifestação dos consumidores é clara: "Ninguém quer ver gente feia nas propagandas"."Em apenas dois anos, houve uma evolução tremenda na comunicação das empresas", afirma Ezequiel Triviño, sócio da agência americana Wikreate.
Na 55ª edição do festival de Cannes, que começa hoje no balneário francês, não apenas essa mudança da comunicação empresarial deverá se acentuar como também a premiação deverá refletir a tendência. "Cada vez mais, a propaganda deixa de contar apenas uma história num filme de 30 segundos e envolve a comunicação em várias vertentes", diz Triviño. O Google faturou US$ 16,6 bilhões em 2007 com publicidade, enquanto o grupo Omnicom, o maior entre todos, teve receita de US$ 12,7 bilhões. WPP e Interpublic, outros dois grandes da área, faturaram US$ 12,4 bilhões e US$ 6,6 bilhões respectivamente."Quem olha os links patrocinados do Google lembra a comunicação da idade da pedra", diz Triviño. "Mas eles superaram as agências em menos de dez anos porque desintermediaram a comunicação, dando ferramentas de controle ao consumidor." (Folha)

Brito desempenha papel central na InBev

A InBev inicia orgulhosamente sua linhagem no ano de 1366, em terras que hoje são parte da Bélgica. Mas ainda que o grupo cervejeiro mantenha sua sede naquele país, é uma equipe executiva sob comando brasileiro que dá as ordens. A equipe inclui o presidente-executivo Carlos Brito. Ele assumiu o posto em 2005, um ano depois que a InBev foi estabelecida, após uma fusão entre a belga Interbrew e a AmBev, o maior grupo cervejeiro da América Latina. Brito, 48, começou a trabalhar para a brasileira AmBev há 20 anos e subiu ao comando da empresa antes de se transferir à InBev, na chefia das operações norte-americanas do grupo. O incansável executivo projeta uma imagem informal: ele é conhecido simplesmente como "Brito". Brito descarta a sugestão de que ele e seus colegas dominariam uma nova combinação entre a InBev e a Anheuser, dizendo que aproveitariam o talento dos executivos de ambas as empresas. Mas o histórico dos brasileiros sugere que é improvável que participam de qualquer empreendimento sobre o qual não possam exercer controle operacional. (Folha)

Governo prepara mudanças na mineração

O governo quer propor um novo marco regulatório no setor de mineração e aumentar os impostos sobre a exploração de minerais no Brasil. Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o objetivo é obter mais investimentos e dar ao país maior acesso às riquezas geradas pela mineração. A mudança também visa aproveitar a alta dos preços das commodities minerais no mercado internacional. Segundo o ministro, o novo marco regulatório que o governo pretende criar terá dois objetivos: aumentar os investimentos no setor, principalmente na busca de novas jazidas, e garantir que o país tenha maior acesso à riqueza gerada pela mineração, ou seja, fazer com que as empresas contribuam mais pela exploração de reservas. A previsão atual é que sejam investidos no setor de mineração US$ 32 bilhões nos próximos cinco anos, fora petróleo e gás."A tributação média no setor de mineração, exceto petróleo e gás, é de 14%. Já a Petrobras paga 65%. Essa situação não pode prosseguir. O país tem de participar dessa riqueza no setor mineral", diz Lobão, lembrando que o preço do minério de ferro subiu num único ano mais de 65%. (Folha)